sábado, 9 de maio de 2015

Saúde no país padece de má gestão

O mantra da insuficiência de recursos orçamentários contamina o debate sobre a crise do sistema de saúde do país. Reivindicações por mais verbas costumam levar a um poço sem fundo — ainda que atendidas, elas serão sempre crescentes. Isso vale não só para essa rubrica, mas para todo o espectro da administração pública (Educação, Transportes etc.). Sem dúvida, recursos são sempre bem-vindos — mas daí a traçar uma vinculação entre tamanho do caixa e eficiência gerencial vai uma distância medida em abundantes exemplos que contradizem tal relação.O brasileiro pena numa rede pública em que a norma não é a eficiência. Ao contrário, a regra se faz na perpetuação do seu contrário, na forma de filas intermináveis nos hospitais e clínicas, mau atendimento, desaparelhamento e falta de material de trabalho para os profissionais, longos períodos de espera para conseguir uma simples consulta (o que só piora quando se trata de intervenções mais complicadas, como cirurgias, etc.).

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