quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Morte de bebê que caiu de ambulância de Itapitanga gera ação

A morte de um bebê que nasceu à caminho de Itabuna no inicio do mês passado (dezembro de 2015), após a mãe cair da ambulância, deve render uma bela dor de cabeça à prefeitura de Itapitanga. Parentes da mulher que deu a luz à criança, ficaram inconformados com as condições do estado deplorável da ambulância e estão movendo uma ação contra a prefeitura e a secretaria de saúde. Na época, a mãe entrou em trabalho de parto, e foi ao Hospital de Itapitanga, onde foi encaminhada às pressas para Itabuna para que pudesse ter a criança com segurança. Transportado numa ambulância velha e desconfortável, nas imediações do povoado de União Queimada, município de Itajuípe, a mulher entrou em trabalho de parto. Ao parar no local para atender a gestante, a porta traseira da ambulância se abriu levando ao chão a maca em que estava a mulher e o bebê que acabara de nascer. A situação se agravou tanto que a paciente foi transferida com o bebê para o Hospital de Coaraci. Mais tarde veio a notícia de que a criança faleceu. Inconformados, familiares já providenciaram os laudos junto ao hospital de Coaraci e o da autopsia da bebê, junto ao IML de Itabuna, para acionarem a prefeitura de Itapitanga. Essa semana, o motorista da ambulância, Gilson Oliveira, foi intimado para prestar depoimento na Delegacia de Itajuípe. O advogado da prefeitura, Kytian Ribeiro foi acionado para tomar pé da questão. Os pais do bebê alegam que houve negligência do município (secretaria de saúde) que não disponibilizou nenhuma enfermeira ou técnica em enfermagem para acompanhar a gestante durante a viagem, que já estava em trabalho de parto.
 


 

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